Veste-te e apruma-te. Já é dia em que você deve levantar e lavar teu rosto com a água da saudade. Limpa-te e consagra-te ao cotidiano, a autoindulgência, ao fálico, à fatiga, ao espectro. Já cansastes de te vomitar. Homem fraco e pendente, o regozijo daqueles que te vem arrastando e tornando a pegar o retorno para aquilo que sabe que te faz mal. Eu já tinha diagnosticado esse teu mal de realidade. Sobreposições do teu cotidiano.

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